Programação

PROGRAMAÇÃO COMPLETA e COMPRAS ONLINE

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Janeiro/Fevereiro
SEM_TÍTULO
TEATRO 
Dias: 18,19, 25 e 26 de Janeiro e 01 e 02 de Fevereiro
Quintas e Sextas às 21h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
R20,00 inteira / R10,00 meia
Duração: 65 min.
Classificação: 12 anos
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ingressos online até 2horas antes do evento
bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
Produção e realização: Coletivo Labirinto
Texto: Ariel Farace
Tradução: Paloma Vidal
Direção: Wallyson Mota
Elenco: Abel Xavier, Carol Vidotti e Emilene Gutierrez
Música: Rafael Zenorini
Iluminação: Paula Hemsi
Cenário e Figurino: Academia de Palhaços
Fotos: Paula Hemsi e Victor Iemini
Operador de luz: Wallyson Mota 
Operador de som: Virgílio Guasco
 
Sinopse:
Ana, Laura, Ulisses.
Suas casas emparelhadas evidenciam universos muito próximos e naturalmente
díspares, onde cada um vive e apresenta um modo de ser/estar no mundo.
Em um dia como qualquer outro, as trajetórias se cruzam e a partir daí abrem-se novos
olhares. A história é então que cada um era um e agora poderiam ser mais...
S/T fala da solitude e ao mesmo tempo da possibilidade do encontro... da colisão!
Feminino Abjeto
TEATRO 
Dias: 20,21, 27 e 28 de Janeiro e 03 e 04 de Fevereiro
Sábados e Domingos às 20h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
R20,00 inteira / R10,00 meia
Duração: 90 min.
Classificação: 18 anos
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ingressos online até 2horas antes do evento
bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
Direção: Janaína Leite
Ass. Direção: Tatiana Caltabiano
Elenco: Ana Lais Azanha, Bruna Betito, Cibele Bissoli, Debora Rebecchi, Emilene Gutierrez, Florido, Gilka Verana, Juliana Piesco, Leticia Bassit, Maira Maciel, Ramilla Souza, Olivia Lágua e Sol Faganello
 
Sinopse:
Dirigido por Janaina Leite, Feminino Abjeto se apoia nas obras da artista espanhola Angelica Liddell e no conceito de "abjeção", de Julia Kristeva, para investigar algumas representações do feminino hoje. 

A tensão dentro/fora, ou melhor, a dimensão fronteiriça presente na ideia de abjeção somado à provocativa dialética misógina que marca a obra de Angélica Liddell foram os principais nortes para a pesquisa que deu origem ao experimento.
Vulvar - No Lugar Dela
TEATRO 
Dias: 22 de Janeiro
Segunda às 20h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
Gratuito
Duração: 60 min.
Classificação: 16 anos
Gratuito
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bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
De Marta Baião baseada no jogo No Lugar Dela
Colaboração: Adão Monteiro - Mal -Amadas
Elenco:
Neusa Brito
Cristina de Cássia
Adão Monteiro
Marta Baião
Atrizes convidadas: Samira Lochter e Daíse Neves 
Cenografia: Daíse Neves (Criação e execução) e Marta Baião(concepção)
Colaboração: Mal-Amadas
Figurino: Daíse Neves
Design Luz: Decio Filho  
Preparação Musical (Pandeiro e percussão): Rayra Maciel
Sonoplastia: Alessandra Cristine/Geraldo Fernandes
Música/composição: Márcia Coradine
Direção/Encenação: Marta Baião


Sinopse:
Vulvar (no lugar dela) (Prêmio Zé Renato 2015) é uma peça – jogo, permeada por narrativas e fragmentos de percursos ordinários do feminino, onde Antônia, Margarida, Rosa, Carina e Carmen, replicam cenas recorrentes na vida das mulheres, revisitam as “pequenas mortes” no cotidiano. Esse mergulho nas experiências corriqueiras que habitam zonas opacas do dia a dia pode se iluminar na materialidade ordinária em que se refaz o fluxo da vida. Vamos jogar! Vulvar (no lugar dela) é um convite à reflexão poética sobre as rotas críticas de mulheres expostas a violência sexista.  
MORMAÇO - peça em quatro cortes
TEATRO 
Dias: 23,24,30 e 31 de Janeiro
Terças e Quartas às 20h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
R$20,00 inteira/ R10,00 meia
Duração: 75 min.
Classificação: 16 anos
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bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
Direção: Douglas Vendramini
Assistência de direção: Gabriela Ciancio
Dramaturgia: Murilo Tiago
Cenografia e Figurino: Renata Castillo
Iluminação: Anna Talebi
Sonoplastia e composição: Matheus Miniguini
Elenco: Izabella Weiss, Matheus Miniguini, Nara Zocher, Paulo Vicente Hipólito, Pedro Carvalho e Rafael de Sousa
Produção: Chris Alexsander
Fotos: Anna Talebi


Sinopse:
Domingo. Mormaço. Ressaca. O gosto da feijoada volta pela garganta queimando tudo. Os corpos, melados de repelente para insetos e protetor solar, não têm força para se deslocar. A cerveja está quente e tudo é indigesto. O quadro é algo em torno da violência familiar, sobre a falta de memória ou a dificuldade de se precisar o que de fato aconteceu; sobre memórias e violência. Uma vontade de riso, silêncio, vontade de gritar e vomitar. Algo em torno dos mortos não enterrados. Uma metáfora árdua e indigesta. Algo em torno do bacon queimado.

Sonhar é a Solução
MÚSICA 
Dias: 3 de Fevereiro
Sábado às 17h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
Gratuito
Duração: 60 min.
Classificação: livre
Gratuito
ingressos online até 2horas antes do evento
bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
Hévelin Gonçalves, Wady Issa Fernandes, Rui Condeixa Xavier


Sinopse:
“Anhangabahy” inspira-se na pronúncia indígena de Anhangabaú. São Paulo, sua vida e sua memória, são o ponto de partida dessa banda, formada quando o escritor Rui Condeixa Xavier (Metamorfoses Privadas - Nversos, 2011 e Cão - Nversos, 2012) volta seu interesse à canção e convida o cantor e compositor Wady Issa Fernandes e a cantora e atriz Hévelin Gonçalves para o projeto, em 2015. Desde então o Anhangabahy se destaca pelo alto nível poético, pelo samba moderno e o show descontraído e divertido.

Os Jecas
TEATRO
Dias: 6,7,8 e 9 de Fevereiro
Terça, Quarta, Quinta e Sexta às 20h
Teatro de Contêiner Mungunzá  
R$20,00 inteira/R$10,00 meia
Duração: 60 min.
Classificação: livre
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bilheteria aberta 2 horas antes do evento

Ficha Técnica:
Elenco:Daniela Schitini, Elcio Rodrigues, Helder Mariani,
Katia Naiane, Laruama Alves e Leandro Goulart.
Idealização e Dramaturgia: Helder Mariani
Figurino e Cenário: Humberto Vieira
Desenho de Luz: Juliana Santos
Parcerias artísticas: Adilson Rodrigues (arranjos vocais), Caio Salay (arranjos musicais) e Dagoberto Feliz (encenação).
Encenação: Helder Mariani em parceria com o elenco de atores
Produção: Paloma Rocha
Realização: Cia. da Palavra

Sinopse:
Espetáculo poético-caipira-musical que convida o espectador a acompanhar as idas-e-vindas de nossos Jecas, hoje tão
instalados e “desidentificados” nas nossas grandes cidades. Com suas modas de viola até o som “sertanejo”, a plateia
acompanha musicalmente a figura dos Jecas, com suas singelezas nostálgicas aliadas a um jeito, uma ética própria de
ver e conduzir a vida. E vão os Jecas matutando sobre a realidade de ontem e hoje; cantando suas alegrias e tristezas,
contando seus causos, miradas, saudades...


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