ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS

POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA
Direção: Luis Fernandes Marques
IMPRENSA
POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA
Histórico 
Poema suspenso para uma cidade em queda
Três temporadas na cidade de São Paulo 2015: temporada itinerante nos Centros Educacionais Unificados (CEU) da cidade de São Paulo; SESC Santo Amaro; Teatro João Caetano. 
Uma temporada na cidade de Santo André 2016: espaço de eventos do Sesc Santo André.
Uma temporada na cidade de São Paulo 2017 na Caixa Cultura da Sé. 
Foi contemplado pelos editais: 24º Fomento ao Teatro para cidade de São Paulo; PROAC Circulação 2015. Caixa Cultural 2016.

Sinopse
Poema suspenso para uma cidade em queda
Uma pessoa cai do topo de um prédio e não chega ao chão. Os anos passam e este corpo não consuma a queda. A partir daí, a vida das pessoas nos apartamentos fica presa numa espécie de buraco negro pessoal, onde cada um vive uma experiência que não finaliza, que gira em círculos, não se desenvolve e não olha para seu entorno. Cada personagem fica preso em sua metáfora, ignorando o conjunto à sua volta.
Trata-se de uma fábula contemporânea sobre a sensação de suspensão e paralisia geral do mundo contemporâneo. Através do excesso de possibilidades, de informações e uma abertura de infinitos caminhos a percorrer em um segundo, o homem para diante de tudo e começa a traçar um caminho circular dentro de seu reduto que, muitas vezes, ilude a vida, mas, na verdade, é puro preenchimento de espaço.

Ficha Técnica
ARGUMENTO: Cia. Mungunzá de Teatro DRAMATÚRGICA: Verônica Gentilin DIREÇÃO: Verônica Gentilin ELENCO: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias, Pedro Augusto e Leonardo Akio NARRADOR: Gabriel Manetti TRILHA SONORA COMPOSTA: Gustavo Sarzi ILUMINAÇÃO: Pedro Augusto CENÁRIO: Cia. Mungunzá de Teatro CENÁRIO VIRTUAL: Lucas Bêda e Lucas Schlosinski FIGURINOS: Fausto Viana e Sandra Modesto DIREÇÃO DE ARTE: Valentina Soares PROJETO VISUAL: Leonardo Akio DIREÇÃO DE VÍDEOS: Lucas Bêda FOTOGRAFIA E REGISTRO DO PROCESSO: Mariana Bêda TÉCNICO DE LUZ: Ghabriel Tiburcio TÉCNICO DE SOM E PROJEÇÃO: Verônica Gentilin FINANCEIRO: Virginia Iglesias RESPONSÁVEIS PEDAGÓGICOS: Verônica Gentilin, Lucas Bêda e Leonardo Akio PRODUÇÃO EXECUTIVA: Sandra Modesto e Marcos Felipe PRODUÇÃO GERAL: Cia Mungunzá de Teatro

MÍDIAS 
POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA


ERA UMA ERA
Direção: Verônica Gentilin
IMPRENSA
ERA UMA ERA
Histórico 
Duas temporadas na cidade de São Paulo em 2015: temporada itinerante nos Centros Educacionais Unificados (CEU) da cidade de São Paulo; Teatro João Caetano. 
Uma temporada na cidade de Santo André em 2016: espaço de eventos do Sesc Santo André.
Uma temporada na cidade de São Paulo em 2017: Caixa Cultural da Sé.
Foi contemplado pelos editais: 24ºFomento ao Teatro para cidade de São Paulo; PROAC Circulação 2015. Caixa Cultural 2016

Sinopse
Em ERA UMA ERA os personagens que contam a história do Grande Reino Ainda Sem Nome surgem de uma caixa abandonada. Barba Rala, rei deste Reino deseja a todo custo entrar para a história dando um nome ao seu Reino. A única forma que um Reino tem de ser reconhecido e entrar para a história, é completando 100 páginas no Grande Livro de Autos. Assim, o rei resolve registrar todo e qualquer passo nesse livro. 

Até que um dia, após um incêndio, o livro é destruído e os habitantes tem que recomeçar sua vida do zero. No entanto, nessa segunda parte da história, os tempos são outros e a tecnologia domina a vida das pessoas. A peça se repete, mas completamente contextualizada no caos da era digital. Novamente o Reino cresce e vai se preenchendo de memórias e registros e selfies até entrar em colapso de novo.
 
O que pode salvar a memória de um reino?

Ficha Técnica
Poema suspenso para uma cidade em queda
ARGUMENTO: Cia. Mungunzá de Teatro DRAMATÚRGICA: Coletiva FINALIZAÇÃO DRAMATÚRGICA: Verônica Gentilin DIREÇÃO: Luiz Fernando Marques DIRETOR ASSISTENTE: Paulo Arcuri ELENCO: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias TÉCNICOS PERFORMANCES: Pedro Augusto e Leonardo Akio TRILHA SONORA COMPOSTA: Gustavo Sarzi ILUMINAÇÃO: Pedro Augusto CENÁRIO: Cia. Mungunzá de Teatro, Luiz Fernando Marques, Paulo Arcuri DIREÇÃO DE ARTE E FIGURINOS: Valentina Soares PROJETO VISUAL: Lucas Bêda e Leonardo Akio VÍDEOS: Lucas Bêda FINANCEIRO: Virginia Iglesias RESPONSÁVEL PEDAGÓGICA: Verônica Gentilin PRODUÇÃO EXECUTIVA: Sandra Modesto e Marcos Felipe PRODUÇÃO GERAL: Cia Mungunzá de Teatro FOTOGRAFIA E REGISTRO DE PROCESSO: Mariana Bêda
MÍDIAS 
ERA UMA ERA
RIDER ERA UMA ERA
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TRABALHOS
LUIS ANTONIO GABRIELA
Direção: Nelson Baskerville
IMPRENSA
LUIS ANTONIO GABRIELA
Histórico 
Luis Antonio Gabriela
Cinco temporadas em São Paulo: Centro Cultural São Paulo, Galpão do Folias, FUNARTE, Teatro João Caetano e Teatro Alfredo de Mesquita. Participou de festivais por todo o brasil e do Festival São Palco em Coimbra (Portugal). Foi contemplado em diversos editais de circulação: PROAC LGBT 2011; Proac Circulação 2012, Myriam Muniz 2012, Circuito Cultural Paulista e Palco Giratório do Sesc 2013. Recebeu os prêmios Shell 2011 (Melhor Direção) e APCA 2011 (Melhor Espetáculo); Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro (Melhor Direção e Projeto Visual); Prêmio Governador do Estado de São Paulo (Melhor espetáculo pelo Júri Popular) e Prêmio APLGBT Cidadania em Respeito à Diversidade (Artes Cênicas), entre outros. Foi eleito como um dos melhores espetáculos do ano por veículos de comunicação, como Veja, Estado de S.Paulo e Folha de São Paulo.


Sinopse
O espetáculo Luis Antonio – Gabriela revela a trajetória, por meio de impressões recortadas, de um travesti de meia idade que, posteriormente, se tornou uma figura conhecida no exterior sob o codinome Gabriela. Por meio de levantamentos biográficos que consistem em fotografias, diários, cartas, entrevistas com familiares e amigos e objetos pessoais, a Cia Mungunzá de Teatro leva ao palco a forte história que se passa sob o reflexo da violência familiar em decorrência da ditadura militar a partir de vários pontos de vista 
O irmão caçula abusado sexualmente pelo mesmo, a irmã mais velha que sai em busca do corpo do irmão pelo mundo, um pai que não o reconhecia como filho, amigos e colegas de trabalho que detinham um misto de estranhamento e admiração por sua figura, e pelo próprio olhar de Luis Antonio, garoto que aos oito anos descobre a homossexualidade e desde então entra em uma busca incessante pela própria identidade, pela qual se descobre a vida.



Ficha Técnica
Luis Antonio Gabriela
ARGUMENTO: Nelson Baskerville INTERVENÇÃO DRAMATÚRGICA: Verônica Gentilin ELENCO: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias; Day Porto TÉCNICO PERFORMANCE: Pedro Augusto ARTISTA PLASTICO: Thiago Hattnher DIREÇÃO: Nelson Baskerville DIRETORA ASSISTENTE: Ondina Castilho ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Camila Murano DIREÇÃO MUSICAL, COMPOSIÇÃO E ARRANJO: Gustavo Sarzi PREPARADOR VOCAL: Renato Spinosa TRILHA SONORA: Nelson Baskerville PREPARAÇÃO DE ATORES: Ondina Castilho ILUMINAÇÃO: Marcos Felipe e Nelson Baskerville CENÁRIO: Marcos Felipe e Nelson Baskerville FIGURINOS: Camila Murano VISAGISMO: Rapha Henry - Makeup Artist VÍDEOS: Patrícia Alegre PRODUÇÃO EXECUTIVA: Sandra Modesto e Marcos Felipe PRODUÇÃO EM VIAGENS: Leonardo Akio PRODUÇÃO GERAL: Cia Mungunzá de Teatro RESPONSÁVEL TÉCNICO: Pedro Augusto
MÍDIAS 
LUIS ANTONIO GABRIELA
RIDER LUIS ANTONIO GABRIELA
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TRABALHOS
PORQUE A CRIANÇA COZINHA NA POLENTA
Direção: Nelson Baskerville
IMPRENSA
PORQUE A CRIANÇA COZINHA NA POLENTA
Histórico 
Porque a Criança Cozinha na Polenta
Foi contemplado pelos editais: 24ºFomento ao Teatro para cidade de São Paulo; PROAC Circulação 2015. Caixa Cultural 2016Cinco temporadas em São Paulo e participação em festivais nacionais, entre eles o festival de Curitiba e Recife. Foi contemplado pelo edital PROAC Circulação 2010. Recebeu mais de 35 prêmios e indicações, em diversas categorias, inclusive Melhor Espetáculo, no FETACAM (Festival de Campo Mourão); 2ª Mostra de Teatro de Jundiaí; XXXIII FESTE (Festival Nacional de Pindamonhangaba); 4º Tablado Mogi de Teatro; 37º FENATA (Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa); 12º Festival de Teatro de Americana; e 5º FENTEPIRA (Festival de Teatro de Piracicaba).


Sinopse
Porque a Criança Cozinha na Polenta
A história gira em torno de uma menina romena cujos pais são artistas circenses exilados de seu país. A mãe se pendura no trapézio pelos cabelos todas as noites. O pai é um palhaço que não acredita em Deus, pois “Os homens acreditam menos em Deus do que as mulheres e as crianças, por causa da concorrência”. Narrado por uma adolescente que se defende da degradação pela ótica infantil, este livro é ao mesmo tempo lírico e cruel... Enquanto, em seu exílio, excursiona pela Europa Central, a menina, ao lado da irmã mais velha, é arremessada de encontro ao despedaçamento de todos os seus ideais, bem como o preço por cada um deles.


Ficha Técnica
Porque a Criança Cozinha na Polenta
TEXTO: Aglaja Veteranyi TRADUÇÃO: Fabiana Macchi DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO: Nelson Baskerville ELENCO: Verônica Gentilin, Sandra Modesto, Virgínia Iglesias, Marcos Felipe e Lucas Beda DIRETORA ASSISTENTE: Ondina Castilho DIREÇÃO MUSICAL: Ricardo Monteiro PREPARAÇÃO DE ATORES: Ondina Castilho e Flávia Lorenzi ILUMINAÇÃO: Wagner Freire FIGURINOS: Aurea Calcavecchia CENÓGRAFO: Flávio Tolezani VÍDEOS: Patrícia Alegre PRODUÇÃO GERAL: Cia Mungunzá de Teatro PRODUÇÃO EXECUTIVA: Marcos Felipe e Sandra Modesto RESPONSÁVEL TÉCNICO: Pedro Augusto
MÍDIAS 
PORQUE A CRIANÇA COZINHA NA POLENTA
RIDER POLENTA
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